Emblema da Escola

Emblema da Escola

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Projeto Pedagógico 2010



IDENTIFICAÇÃO
ESCOLA ESTADUAL PROFESSOR JOSÉ AMERICO BARBOSA
TIPOLOGIA: P030 A2
Endereço: Praça Vereador Geraldo Clemente Alves, 218 CEP: 39. 527-000, Mato Verde-MG
Telefone: (38)3813 1513
Localização: Urbana
SRE: Janaúba
Diretor: Mireile Aparecida Gomes Sousa
Vice-diretor: Cássia Camargo de Araújo Dias
 Níveis e modalidades de ensino ministrado: Autorização do 6º ao 9º ano e EJA (Educação de Jovens e Adultos) Ensino Fundamemtal.

HISTÓRICO

          Recuando no tempo e percorrendo os capítulos da historia e dos acontecimentos da Escola Estadual José Américo Barbosa, que há anos foi instalada no cenário cultural desta altaneira e acolhedora comunidade Matoverdense,  faz-se mister ressaltar a real história deste educandário para servir de referência e objeto de estudos às futuras gerações. Em 1892 existia uma só escola, fundada por Trajano Alves Benjamin com a ajuda de Padre José da Silveira, em uma casa doada pela família Antunes da Silva na Praça Santo Antonio. Seus Primeiros professores foram: Joaquim Pereira,  Flacilio Luis de Mota e Matos, Izaurino Câmaras e Zrobrabel Cezário Leão. Tempos depois foram substituídos pelos professores: Elvina Barbosa de Sá, Herodites Câmara, Hermínia Rosa dos Santos, o Professor José Américo Barbosa e outros, com a denominação de Escolas Mistas. Passou -se depois a denominar-se Escolas Reunidas cujos esforços dos professores que se dedicaram ao Ensino de Mato Verde, Foram eles: Ormezina Irlanda Ulhoa, Leonisia Rodrigues da Silveira e Osvaldina Silveira. Ao lado desse professorado abnegado, trabalhou o primeiro inspetor escolar o Sr. Joaquim Cristiano da Silveira. Em 18 de novembro de 1953, houve a transformação de Escolas Reunidas para o Grupo Escolar com a denominação de “Eduardo Frieiro”, pelo então governador do Estado, Juscelino Kubtschek de Oliveira, sendo seu primeiro Diretor o Professor José Américo Barbosa e se encontrava na época com 1.053 alunos.

          Em 30 de agosto de 1966, houve desmembramento, formando um novo grupo escolar de Estruturar Metálica, (Lata, Pavilhão Único, com quatro salas de aula) Situada à antiga Praça João XXIII, atualmente Praça Vereador Geraldo Clemente Alves, conforme Decreto 10011/66, de 29 de agosto de 1966, Por Ato do Governador Israel da Silva, com denominação de Grupo Escolar Professor José Américo Barbosa em homenagem ao falecido Professor, que foi em Mato Verde, grande propagador do ensino e defensor da cultura.
          No dia 06 de março de 1967, em sessão solene na sala 01 do próprio prédio, por volta das 09 (nove) horas, oficialmente instalou-se o Grupo Escolar Professor José Américo Barbosa, cuja  direção foi assumida pela Professora Beatriz Barbosa da Silveira, por indicação do Gorvernador Francelino Pereira,  as primeiras professoras e funcionarias foram: Mercês de Deus Nascimento, Maria Alcindina Silveira, Alvacy D’angelis Teixeira, Maria Leonisia  Prates Oliveira, Francisca Antunes Dias, Maria Madalena Prates, Leonisia Mendes Dias, Jovelina Antunes de Sousa, Adeny Cardoso da Silva, Maria Violeta Barbosa, Cremilda Maria Silveira Dias, Ady Dias Freitas, Iracema Barbosa de Freitas, Tereza Lopes, Albertina Lopes e Neusa Costa Gomes.
          A referida diretora permaneceu no cargo ate fevereiro de 1985, quando então afastou-se  por motivo de aposentadoria.
        Em 13 de fevereiro de 1981, conforme Resolução nº 3802/81, expedida pela SEE/MG, foi criada a extensão de 5ª a 8ª série, as turmas iniciantes pertenciam a Escola Municipal De Mato Verde e continuaram funcionando no prédio, situado na Praça João XXIII hoje Praça Vereador Geraldo Clemente Alves, nº 246. Porém, o arquivo  dos documentos escolares dos alunos ficaram sob a guarda da secretaria da E. E. Professor Jose Américo Barbosa, cujo prédio foi demolido e depois construído outro prédio no mesmo local, inaugurado em abril de 1982.
          Apesar dos protestos e resistência da comunidade escolar, em 15 de março de 1995, por ordem da SEE/MG e 22ª Superintendência Regional de Ensino de Montes Claros, a E. E. Professor Jose Américo Barbosa, por intermédio do Professor Durvalino, foi desmembrada, sendo que 29 (vinte e nove) turmas ficaram apenas 17( dezessete), do CBA à 8ª  serie, funcionando em três turnos da sede local. Dentre os alunos 12 (doze) turmas de Pré à 4ªsérie, juntamente com alguns servidores, foram transferidos para a E. E. Ione Silveira Mendes ( antigo Ginásio Municipal).
          Em fevereiro de 1998, a E.E. Professor Jose Américo Barbosa, sofre novo abalo nas suas estruturas, quando então durante o Governo Eduardo Azeredo, através da SEE/Mg e 22ª Superintendência Regional de Ensino de Montes Claros, na pessoa da inspetora Maria de Jesus Fernandes de Souza, apesar da revolta e insatisfação da comunidade escolar a E. E. Professor José Américo Barbosa passou a funcionar somente 14 (quatorze) turmas de alunos do 1º e 2º anos do 2º Ciclo, na faixa etária de 10 (dez) a 13 (treze) anos de idade.
          Com o fortalecimento da autonomia da escola e a implantação da Gestão Democrática do Ensino, através da eleição do Colegiado Escolar e da eleição direta do Diretor, ocorrida em 24 de novembro de 1991, sendo então o Professor Enésio dos Santos Veiga, o primeiro diretor eleito pala comunidade escolar.
           Para o desfecho da história deste estabelecimento de ensino até o presente momento, faz-se necessário e mais justo mencionar os nomes de todos os professores que por seus méritos, souberam com dignidade e caráter, exercer a função de Diretor Escolar: Beatriz Barbosa da Silveira (1967/1984), Zilda da Silveira (1985/1989), Eliane Aparecida de Freitas Lopes (1990), Lenize Camargo de Araújo (1990/1991), Enésio dos Santos Veiga, três mandatos (1992/1999), Claudia Helena Melo (2000/2004), Helena Aparecida Camargo (2004/2007) e atualmente Mireile Aparecida Gomes Sousa (2008/2010). 
          Em 30 de agosto de 2006 comemoramos com muito entusiasmo e satisfação os 40(quarenta) anos da Escola Estadual Professor José Américo Barbosa.

JUSTIFICATIVA

         O mundo passa por constante processo de evolução e exige do ser humano saber interagir e utilizar competências e habilidades, e tendo como destaque a formação da cidadania, o respeito às diferenças individuais e as inteligências múltiplas. Educar para desenvolver sete competências necessárias para que o educando  tenha  o domínio da leitura e da escrita e uma participação mais produtiva no mundo atual de Edgar Morim, sendo elas: Capacidade de fazer cálculos e resolver problemas; Capacidade de analisar, sintetizar e interpretar dados, fatos e situações; Capacidade de compreender e atuar em seu retorno social; Receber criticamente os meios de comunicação; Capacidade de localizar, acessar e usar melhor a informação acumulada; Capacidade de planejar, trabalhar e decidir em grupo.
        Nossa proposta sustenta a necessidade de: desenvolver as capacidades e habilidades básicas a cada nível de ensino, elaboração e execução do Plano de Intervenção Pedagógica visando sanar as dificuldades de aprendizagens dos alunos para elevar o nível da proficiência em português e matemática e alcançar as metas propostas pela SEE.
          A escola propõe um trabalho democrático, aberto à participação de toda a comunidade, com autonomia na tomada de decisões, partindo da elaboração de um currículo escolar em conjunto e propondo um Plano de Ação da Escola voltado para transformar a escola  em um ambiente cooperativo, seguro e acolhedor, onde o compromisso de todos com a educação integral do aluno seja o norte do trabalho.
          Os princípios que orientam a prática pedagógica são os valores éticos e morais, o  educador comprometido  reconhece que é preciso ter 10 competências para ensinar como ressalta  Perrenoud sendo: 1 Organizar e dirigir situações de aprendizagem: dominar o conteúdo a ser ensinado, partir do conhecimento prévio do aluno, planejar suas aulas , trabalhar com projetos e executar o plano de Intervenção Pedagógica; 2  Administrar a progressão das aprendizagens:  propor os objetivos em consonância com o CBC , ajustando o conteúdo ao nível de conhecimento do aluno e realizar uma avaliação diagnóstica e formativa da aprendizagem; 3 Conceber e fazer evoluir os dispositivos de diferenciação: Administrar a heterogeneidade da turma, trabalhar com alunos com grandes dificuldades e desenvolver cooperação entre os alunos  e o ensino mútuo,  4  Envolver os alunos em suas aprendizagens e em seu trabalho:  Despertar o desejo de aprender, desenvolver no aluno a capacidade de auto avaliação, negociar  as regras de convivência e trabalhar com atividades diferentes para os alunos, 5  Trabalhar  em equipe: Cooperação profissional, partilha de recursos, ideias e práticas, saber se auto avaliar e administrar crises ou conflitos interpessoais; 6  Participar da administração da escola:  Desenvolver um trabalho coletivo, participar da elaboração dos projetos da escola, bem como conhecê-los e colocá-los em prática, 7  Informar e envolver os pais: Dirigir reuniões de informação e debate e envolver os pais na construção dos saberes, 8  Utilizar novas tecnologias: Utilizar as ferramentas de multimídia no ensino; 9  Enfrentar os deveres e os dilemas éticos da profissão: Participar da criação de regras e normas de conduta  e sanções referentes à disciplina na escola. Relação professor aluno, autoridade e comunicação em sala de aula, sedução saber conduzir o aluno, bem como os deveres éticos do profissional e 10  Administrar sua própria formação contínua:  Estabelecer seu próprio balanço de competências e seu programa pessoal de formação contínua.     
        Nossas práticas buscam sempre a implantação do espírito de grupo, desenvolvendo um trabalho coeso e aprimorando nossas ações pedagógicas através da incorporação de novas técnicas educativas como a de treinamento para a educação da emoção de Augusto Cury, sendo:  primeira: Educação Participativa, onde os alunos têm de participar, de perguntar, de duvidar, de questionar, de propor idéias; segunda: Exposição Dialogada, os professores devem ser seguros, olhar nos olhos dos alunos e ser capazes de provocar a capacidade de pensar através de estimular a arte da pergunta; terceira: Contador de histórias, contar histórias é uma excepcional forma de dar sabor e emoção ao conhecimento; quarta: Reconstruir o rosto do conhecimento, significa contar a história sintética dos cientistas que produziram o conhecimento transmitido; Quinta: Elogiar e resgatar a auto-estima dos alunos, um dos maiores segredos da educação pela emoção é elogiar-criticando; Sexta: Cruzar o mundo dos professores com o mundo dos alunos, seria muito bom se os professores contassem suas experiências reais de vida quando transmitissem temas  transversais, tais como educação pela paz, educação para o consumo, educação da emoção, gerenciamento dos pensamentos; Sétima: Ensinar técnicas do treinamento da emoção e gerenciamento do pensamento, os alunos precisam aprender  a gerenciar seus pensamentos e a dar uma direção lúcida às suas emoções, professores achem tempo para falar com seus alunos sobre a vida deles, muitos conflitos e  podem ser evitados ou superados com facilidade.
          Para tanto, a escola desenvolverá o seu trabalho tendo consciência da importância de que cada servidor deve atualizar-se sempre para estar em sintonia com a atualidade. Ter um compromisso com base no compromisso e participação de todos oferecendo um ensino de qualidade.
                          Portanto, este documento é mais uma contribuição para reformulação da nossa agenda de trabalho, distribuindo as atividades, abrangendo todos os envolvidos no processo ensino- aprendizagem,    dentro de uma conotação de acompanhamento e avaliação.

         MISSÃO

         Oferecer um ensino de qualidade, para o aluno, sendo seu propósito maior, enriquecê-lo como ser humano e cidadão entendendo seus interesses, desejos e necessidades, tornando-o capaz de interagir no meio social.

         PRINCÍPIOS 

     É dever da Escola garantir a equidade de tratamento e de oportunidades a todos os alunos, oferecendo-lhes cuidados e atenção de acordo com suas necessidades educacionais.

          FINALIDADES

          Oferecer uma educação de qualidade, possibilitando condições e  oportunidades para que os alunos desenvolvam competências e habilidades para resolver problemas, tomar decisões, tornar cidadãos críticos, criativos, responsáveis e conscientes de seu papel na sociedade.
     

DESENVOLVIMENTO DO PROCESSO PEDAGÓGICO

1.      A  PRÁTICA PEDAGÓGICA
           A organização do processo – pedagógico da nossa escola, orienta a estruturação e o funcionamento da escola de acordo com seus objetivos, garantindo uma relação democrática, onde a flexibilidade se torna presente na prática cotidiana. Os professores devem promover a educação participativa. Os alunos devem ser estimulados a deixar de ser espectadores passivos que se sentam em suas carteiras e ouvem inertes  a transmissão do conhecimento, pois acredita-se que esse tipo de passividade esmaga a criatividade e a liberdade.
         A educação oferecida deve ser participativa, com estímulo ao treinamento da emoção, deve também estimular o desenvolvimento das inteligências múltiplas.

1. 1. CURRÍCULO
         O programa curricular de uma disciplina é fundamentado em um conhecimento básico, que é necessário e fundamental para a formação da cidadania e que, portanto precisa ser ensinado na escola e aprendido por todos os alunos. Além desse mínimo que temos como base da nossa proposta; Os Conteúdos Básicos Comuns (CBC), outros conhecimentos considerados complementares que são acrescentados pela escola de acordo com as necessidades e os interesses específicos dos nossos alunos.
          A seleção programática dos conteúdos é feita anualmente pelos professores de cada disciplina, por série, contemplando as habilidades, competências e metodologias, relacionando a cada conteúdo programático, com base nos CBCs, nos Livros Didáticos adotados, nos livros paradidáticos e entregues ao serviço pedagógico.

- Objetivos das áreas de conhecimento do Ensino Fundamental

Língua Portuguesa
•          Utilizar a Língua Portuguesa para compreender e produzir mensagens orais, escritas, atendendo às diferentes intenções e  contextos de comunicação.
•          Usar as diferentes linguagens, verbal, gráfica,  e corporal como meio para expressar e comunicar suas idéias, interpretar e usufruir das produções da cultura.
•          Formar leitores, escritores e ouvinte.
•          Desenvolver a habilidade cognitiva para  interpretar e fazer inferências nos textos.
•          Estimular o gosto pela leitura, expondo o aluno a um contato com a literatura Infanto-Juvenil.
•          Relacionar texto com contexto

Matemática
•          Desenvolver o sentido numérico e compreender os diferentes significados das operações;
•          Desenvolver o pensamento algébrico e não o exercício mecânico do cálculo.
•          Explorar o espaço e de suas representações e a articulação entre a geometria plana e espacial.
•          Estimular o desenvolvimento do pensamento indutivo e dedutivo e fazer uso das explicações, argumentações e demonstrações.
•          Utilizar a calculadora nas aulas de matemática;

História
•          Estudar atitudes dos indivíduos, dos grupos e povos nas questões locais, regionais, nacionais, mundiais, as diferenças e semelhanças entre culturas, as mudanças e                        permanências, modo de viver, de pensar, de fazer e as heranças legadas por gerações.
•          Interpretar diferentes fontes e linguagens- imagem, texto, objeto, música, etc., a comparação entre informações e o debate a cerca de explicações diferentes para o mesmo acontecimento.
•          Construir relações entre o presente e o passado e no estudo das representações.
•          Proporcionar ao aluno condições que se identifique como sujeito atuante e participativo do seu meio.
•          Preservar o patrimônio histórico e transmitir conhecimentos.

Geografia
•       Observar, conhecer e comparar as características do lugar e que vivem e de diferentes paisagens e espaços geográficos.
Compreender o espaço geográfico não somente como produto de forças econômicas ou de formas de adaptações entre o homem e a natureza, mas também dos fatores culturais.
Perceber-se como atores coadjuvantes dos processos de transformações.

Ciências
•          Desenvolver a compreensão do mundo através da observação de fenômenos de recurso da natureza.
•          Perceber, tomar  decisões e ter atuação positiva e crítica em seu meio social.
•          Promover o questionamento, o debate, a investigação para o entendimento da ciência como construção histórica . 
Língua Estrangeira Moderna – Inglês
•          Aumentar a percepção do aluno como ser humano e como cidadão no engajamento discursivo da língua.
•          Usar a língua estrangeira como via de leitura e outras habilidades comunicativas.
•          Inserir a língua estrangeira a partir do mundo social em que vive.
•          Incentivar para a importância do estudo da língua Inglesa.

Educação Física
•          Utilizar a cultura corporal do movimento, com finalidades de lazer, de expressar sentimentos, afetos e emoções, de manter e melhorar a saúde.
•          Desenvolver autonomia, a cooperação, o trabalho em equipe, a participação social e afirmação de valores e princípios através de jogos, esportes, competições e danças.

Artes
•          Desenvolver habilidades para as artes visuais, dança, a música e o teatro .
•          Estabelecer relações entre os trabalhos artísticos em que produzem e o que foi realizado na sociedade em âmbito local, regional, nacional e internacional.
•          Apreciar a arte e situar a produção social da arte de todas as épocas nas diversas culturas.
•          Pesquisar e saber organizar informações sobre a arte em contato com artistas, obras de arte, fontes de comunicação e informação.

Educação Religiosa
•          Desenvolver a tolerância religiosa, ou seja, a capacidade de convivermos harmoniosamente com pessoas de diferentes religiões.
•          Entender que a religião desempenha papel fundamental na vida humana, que é o  de dar sentido à vida.
•          Fazer o aluno entender, que ele como pessoa humana tem um valor especial, que não decorre do fato de poder pensar e agir, mas de Deus.





ENSINO FUNDAMENTAL

          A organização da escola, leva em conta o caráter processual da construção do conhecimento e as especialidades do momento de formação do aluno.
          É fundamental desenvolver uma Avaliação Formativa, que demanda a confiança e a cooperação do aluno, criando dispositivos de acompanhamento e de regulação, para levantar informações sobre o seu processo de aprendizagem.
          O Ensino Fundamental tem como objetivo a formação básica do cidadão mediante:
·        Desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, escrita e do calculo.
·        A compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta na sociedade.
·        Desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores.
·        Fortalecimento de vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e tolerância recíproca em que se assenta a vida social.
          O currículo do Ensino Fundamental tem uma base nacional comum a ser completada nesse estabelecimento por uma parte diversificada exigida pelas características locais e regionais da sociedade, da cultura, da economia e da clientela.
          O currículo abrange os estudos da Língua Portuguesa e da Matemática, o conhecimento físico e natural como também da realidade social e política, especialmente do Brasil, sob forma de iniciação, tratadas, predominantemente, como atividade.
          O ensino da arte constitui componente curricular da educação básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos.
          A Educação Física, integrada à proposta pedagógica, é componente curricular da educação básica, ajustando-se às faixas etárias e às condições da população escolar.
          A escola  cumpre a Lei Federal nº 10793, de 01/12/2003 que orienta: “ a Educação Física é componente obrigatório da educação básica, sendo sua prática facultativa  ao aluno que se enquadrar no 3º, do Artigo 26 da Lei Federal nº10793/2003, para todas as redes de ensino”. No caso dos alunos serem dispensados, será pelo motivo de: Ter mais de trinta anos, tenha prole (seja pai ou mãe), sirva ao serviço militar, tenha contraído doenças infecciosas, tenha jornada de trabalho de 06 (seis) horas. A documentação que comprova essa  dispensa deverá ser arquivada na pasta individual desse aluno.
          Aos alunos dispensados temporariamente da Educação Física  por Atestado Médico, são previstas atividades lúdicas como: Jogos de Ludo (Conhecendo o Trânsito), Trilha, Pista Maluca, Dama, Dominó, Xadrez, Pega Varetas, Resta 1 e Brincadeiras de Pular Elástico, Bola de Gude e atividades musicais.
          A Educação Religiosa, é de matricula facultativa para o aluno, constitui disciplina obrigatória do currículo de ensino fundamental, com carga horária prevista. O aluno dispensado da disciplina Educação Religiosa, cumprirá o horário realizando o estudo de atividades planejadas e acompanhadas pela equipe pedagógica, o pai ou responsável legal assinará junto à secretaria uma declaração de dispensa do aluno menor, e esta ficará arquivada na pasta individual do aluno.
          O ensino da História do Brasil levará em conta as contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro, especialmente as matrizes: Indígenas, Africanas e Européias.
          Educação  das relações Étnico – raciais e para o ensino da Historia e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Para esse ensino a escola propõe uma política curricular, fundada em dimensões históricas, sociais, antropológicas oriundas da realidade brasileira, e busca combater o racismo e as discriminações que atingem particularmente os negros. Nesta perspectiva, propõe  a divulgação e produção de conhecimentos, e formação de atitudes, posturas e valores que eduquem cidadãos orgulhosos de seu pertencimento étnico-racial _ descendentes de africanos, povos indígenas, descendentes de europeus, de asiáticos _ para interagirem na construção de uma nação democrática, em que todos, igualmente, tenham seus direitos garantidos e sua identidade valorizada.
          Para estar em consonância com as demandas atuais da sociedade, no currículo desta escola serão trabalhadas propostas que sugerem o tratamento transversal de temáticas sociais, que são: Saúde, Ética, Meio Ambiente, Pluralidade Cultural, Orientação Sexual, Trabalho e Consumo.
          A  parte diversificada incluirá pelo menos um conteúdo escolhido por esta escola, conforme o plano curricular em vigor.
          Os conteúdos curriculares da educação básica observarão,  ainda as diretrizes:
          I – a difusão de valores fundamentais ao interesse social, aos direitos e deveres dos cidadãos, de respeitos ao bem comum e à ordem democrática.
         II – considerações das condições de escolaridade dos alunos deste estabelecimento.
          III – orientação para o trabalho.
          IV – promoção do desporto educacional e apoio às praticas desportivas não formais.
          Na observância da  interdisciplinaridade esta escola utilizará suas mais variadas formas, partindo do princípio, que todo conhecimento mantém um diálogo permanentes com os outros conhecimentos, que podem ser de questionamento, de negação, de complementação, de ampliação, de iluminação de aspectos não distinguidos.
          O ensino deve ir além da descrição e procurar construir nos alunos capacidade de analisar, explicar, prever e intervir, objetivo que são mais facilmente alcançáveis se as disciplinas, integradas em áreas de conhecimentos, cada uma contribuir com sua especialidade para o estudo comum de problemas concretos, ou para o desenvolvimento de projetos de investigação com ou de ação. As disciplinas escolares são recortes da área de conhecimento que representam, carregam sempre um grau de arbitrariedade e não esgotam isoladamente a realidade dos fatos físicos e sociais        as, devendo buscar entre si interações que permitam aos alunos a compreensão mais ampla da realidade. A aprendizagem é decisiva para o desenvolvimento dos alunos, e por esta razão as disciplinas devem ser didaticamente solidárias para atingir este objetivo, de modo que disciplinas diferentes estimulem competências comuns, e cada disciplina contribua para a constituição de diferentes capacidades, sendo indispensável para buscar a complementaridade entre as disciplinas a fim de facilitar aos alunos um desenvolvimento intelectual, social e afetivo mais completo e integrado. A característica do ensino escolar amplia significativamente a responsabilidade da escola para a constituição de identidades que integram conhecimentos, competências e valores que permitam o exercício pleno da cidadania e da inserção flexível no mundo do trabalho, podendo assim, formar sujeitos autônomos  e críticos em relação à desigualdade social.

EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA)

          PERFIL DO ALUNO:
          São jovens e adultos que não tiveram acesso ou não puderam continuar seus estudos na idade definida por Lei e que quando retornaram à escola, o fazem pelo desejo de melhorar de vida e/ou por exigências relacionadas ao mundo do trabalho.

          PROPOSTA PEDAGÓGICA

·        Considerar o CBC e PCN (1998);
·        Relacionar a pratica e a experiência do educando ao processo de ensino-aprendizagem, tornando o conhecimento significativo;
·        Criar situações de aprendizagem que proporcionam o desenvolvimento de habilidades socialmente significativas;
·        Proposta diferenciada às necessidades e possibilidades dos educandos;
·        Metodologias e estratégias diversificadas;
·        Avaliação diagnostica, continua e reorientadora;
·        Professor como mediador do processo de ensino-aprendizagem;
·        Desenvolvimentos dos projetos;
·        Conteúdos selecionados a partir das características dos alunos da EJA.

REGIME DIDÁTICO:
            Ensino Fundamental com duração de 03 (três) anos, organizados em 03 (três) períodos, com 200 (duzentos) dias letivos cada um. Carga horária diária de 150(cento e cinqüenta) minutos, divididos em 03 (três) módulos.

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR:
            Ensino Fundamental: Língua Portuguesa, Língua Estrangeira  Moderna  Inglês, Matemática, Ciências, Geografia, História.
            Os conteúdos das áreas de conhecimento deverão estar articulados com as experiências de vida dos alunos, problematizando temas relacionados à saúde, sexualidade, vida familiar e social, meio ambiente, trabalho, tecnologia, cultura e linguagens, devendo ser ministradas de forma interdisciplinar e transdiciplinar.
·        Formação de competências: compreensão, interpretação, construção e ampliação dos conhecimentos.
·        Habilidades básicas: raciocínio lógico e crítico, capacidade de comunicação oral e escrita, leitura interpretação e produção de textos.
·        Capacidade de: argumentação, de análise, de síntese e de comparação.

ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO:

·        Avaliação participativa e dialógica, com clareza dos objetivos a serem atingidos.
·        Avaliação diagnostica como elemento reorientador das ações.
·        Prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos.
·        Conhecimento pelo aluno do seu próprio processo de aprendizagem.
·        Conhecimento dos critérios utilizados na avaliação.
·        Orientação para superação das dificuldades.
Também devem ser considerados na analise do desempenho escolar.
·        A aprendizagem do aluno.
·        O investimento que ele faz nos estudos.
·        O compromisso com a escola.
·        Ritmo de aprendizagem.
·        Metodologias adequadas ás suas necessidades.

1.___2. METODOLOGIA

             Entende-se que o conhecimento novo surge a partir dos elaborados anteriormente, numa seqüência e gradação de dificuldades, e vão se aprofundando do mais simples para o mais complexo. Nesse sentido, os educadores utilizam uma metodologia diversificada com o intuito de aproximar os conteúdos da realidade dos alunos.
             Os conteúdos serão apresentados de forma integrada, valorizando as habilidades que o aluno já tem e não apenas o seu aproveitamento (notas e conceitos), num trabalho interdisciplinar e transdisciplinar.
             A construção do conhecimento implica uma ação dinâmica entre o aluno e o objeto; e essa ação significa ver, pesquisar, explorar e reconstruir. Como forma de garantir a permanência do aluno na escola e reduzir a evasão, serão desenvolvidos projetos com temas relevantes, atividades significativas e prazerosas, para os alunos avançarem nos seus estudos e desenvolverem competências nos aspectos conceituais, procedimentais, e atitudinais. Além disso ainda serão propostas novas formas de aproximação da família à vida  escolar dos seus filhos que é de grande relevância no processo ensino-aprendizagem.
           Os procedimentos adotados para o ensino, serão: aula expositiva dialogada,  trabalho em grupo, trabalho individual, estudo e produção de texto, pesquisas, cartazes, exposição oral, apresentações criativas, debates, jogos, uso de material concreto, dinâmicas, gincana educativa, experiências, visitas “in loco” (no local) para estudo, palestras, seminário, sarau poético, trabalho com projetos, uso do dicionário, teatro, oficinas, feiras de artes e de ciências, show de paródias de Matemática, projeto soletrando, festival de dança,  realização do simulado do SIMAVE em todas as turmas para avaliação diagnóstica interna da escola, atividades de Intervenção Pedagógicas previstas no PIP, campeonatos esportivos, participação em Olimpíadas de Matemática ( OBMEP e OMM), Língua Portuguesa e Geografia, participação no JEMG, participação no Programa SEMEANDO, dentre outros.
           Para aqueles alunos que não conseguirem atingir as competências e as habilidades do ano em curso, propõe-se outras estratégias:
•          maior assistência dos professores aos alunos com dificuldades, com atividades diferenciadas;
•          indicação do aluno com dificuldades na aprendizagem a participar do PROETI (Projeto Escola de Tempo Integral);
•          execução das ações e atividades propostas no PIP (Plano de Intervenção Pedagógica).
          A aula expositiva, cumpre o papel que sempre teve de expor idéias com clareza e desenvolver a reflexão sobre determinado tema numa dimensão dialógica, desde que atenda alguns critérios, tais como: a contextualização no tempo e  no espaço do tema a ser tratado; as implicações do mesmo para atual vivenciada pelo aluno e a comunidade; a articulação entre as diferentes manifestações do conhecimento independente da área de conteúdo, possibilitando ampliar a percepção do mundo em que vivemos; sua contribuição para o processo de sistematização das informações.
          Da mesma forma, a técnica de trabalho em grupo, na perspectiva de uma educação crítica e criativa, não pode ser utilizada desvinculada dos fundamentos desta educação. O professor precisa definir objetivos claros para que, contribua para que os alunos exercitem a disciplina do trabalho coletivo; desenvolvam a capacidade de resolver problemas com criatividade, que construam a sua autonomia.
          A aprendizagem é construída a partir dos procedimentos operários como a observação, a experimentação, a expressão, a comunicação, a comparação, a análise, a síntese e a memorização compreensiva.
          A partir do pressuposto de que somos também construtores do conhecimento, estamos revendo nossa metodologia, identificando o que é realmente fundamental e necessário dentro dos conteúdos básicos, da elaboração, da execução e avaliação dos planejamentos pedagógicos.


1.____3. ORGANIZAÇAO DO TEMPO E DO ESPAÇO ESCOLAR

                    A organização do espaço e tempo escolar ainda está preso  a horários pré-estabelecidos para a carga horária de cada disciplina, e adequamos sempre que necessário para o desenvolvimento de projetos e atividades extra classe, mas precisamos possibilitar mais flexibilidade dos tempos e espaços escolares.
          Conforme Legislação vigente Resolução nº 521 de 02/02/2004, inicia-se o sistema de seriação, onde os 04 (quatro) anos finais (5ª a 8ª série) se organizarão de acordo com a resolução vigente. Procuramos na medida do possível articular às concepções dos nossos alunos sobre os objetivos do conhecimento, os problemas sociais contemporâneos e os interesses próprios de cada época do desenvolvimento dos alunos. Definimos os conteúdos baseados nos quatro pilares: Apreender a conhecer; a fazer; a conviver com os outros e a ser.
          Mas percebemos que  a prática docente ainda está individualizada, visto que a cultura de projetos não foi totalmente interiorizada, e a sala de aula continua sendo o principal espaço de desenvolvimento do processo ensino – aprendizagem.

1.___4. FORMAS DE ENTURMAÇÃO

          A escola trabalha respeitando o ritmo de aprendizagem de cada aluno, consciente de que todos são diferentes, e que essa diferença deve ser encarada como uma oportunidade de enriquecimento e de aprendizagem.
          O critério pedagógico adotado pela escola para enturmação é em 1º (primeiro) lugar a questão da Idade,  respeitando o ciclo de aprendizagem do aluno, em 2º (segundo) o ritmo de aprendizagem do aluno,  como estratégia utilizada pela escola para atender as dificuldades de aprendizagem dos alunos, será organizado reagrupamento de alunos com atividades diferenciadas.

1.__5. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO DO ALUNO

          A prática da avaliação deve ser trabalhada na escola numa perspectiva crítica, a serviço da aprendizagem, destacando sua função diagnóstica e mediadora do processo. Isso significa incorporar mudanças no sentido de superar seu caráter autoritário, o que permitirá ao professor aproximar e atender como o aluno está elaborando o seu próprio conhecimento. O que possibilita orientar e realizar  as mediações necessárias para que as aprendizagens se efetivem.  
          A partir dessa concepção aprovação/reprovação tornam-se sem sentido uma vez que a avaliação não terá como objetivo classificar ou selecionar os alunos, e sim compreender os seus processos visando desenvolver ações que o ajudem a avançar em suas aprendizagens.
          A prática da avaliação formativa na escola, envolve mudanças que abrangem toda a filosofia educacional da escola como: organização dos tempos de aprendizagem dos próprios educandos, a organização dos conteúdos em torno de projetos ou oficinas de atividades e ainda a apropriação de outros espaços além da sala de aula, ela é continua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre as eventuais provas finais; o aproveitamento de estudos concluídos com êxito.
          Assim, para que a mesma se desenvolva de maneira formativa torna-se imprescindível o uso de vários instrumentos como fonte de informação sobre o progresso do aluno. Nesse sentido, serão adotados além da observação seguida de registro no diário de classe, feitos pelo professor, o uso da auto-avaliação para ajudar o aluno a reconstruir o seu processo de aprendizagem e ainda as provas objetivas e operatórias.
          A escola deve organizar diferentes estratégias para ampliar as oportunidades de aprendizagem e de avaliação dos alunos, oferecendo no decorrer do ano letivo e após o mesmo:
          I – estudos orientados a partir de atividades especificamente programadas para o atendimento de alunos ou grupos de alunos que demonstrarem dificuldades ao longo do processo de aprendizagem;
          II – estudos orientados presenciais, imediatamente após o encerramento do ano letivo, para os alunos que não apresentaram domínio suficiente das aprendizagens básicas previstas para o período;
          III – estudo independente a ser realizado no período de férias escolares, com avaliação prevista para a semana anterior ao inicio do ano letivo subseqüente, quando as estratégias mencionadas nos inícios I e II não forem suficientes para atender as necessidades mínimas de aprendizagem do aluno;
          IV – estudos orientados ao longo do primeiro semestre do ano letivo subseqüente, para os alunos em regime de progressão parcial, podendo os mesmos serem  liberados do processo tão longo se verifique o domínio das aprendizagens consideradas básicas;
          V – estudos independentes, no segundo semestre do ano letivo em curso, para os alunos em regime de progressão parcial que não obtiveram resultados satisfatórios nos estudos, previsto no inciso IV, devendo os mesmos serem avaliados ao final do ano letivo, em data previamente definida pela escola.
          Os estudos Orientados serão ministrados pelos professores que farão as orientações especificas para o atendimento de alunos, os grupos de alunos com dificuldades na aprendizagem, ou em regime de progressão parcial.
          Os estudos independentes serão organizados pelos professores que avaliarão os alunos através de provas.
          Para efeitos de aprovações o aluno dever alcançar 75% da carga horária anual e um mínimo de aproveitamento em relação aos objetivos para os conteúdos curriculares do nível em que se encontra.
          A avaliação, parte da participação e interesses do aluno, utilizando os instrumentos de avaliação: observações diárias da participação, freqüência (assiduidade), cumprimento com responsabilidade de tarefas e material; procedimentos de convívio social, comprometimento com os estudos, interação com a família, descrição da participação em projetos, interação dialógica com o aluno, trabalhos de pesquisa, tarefas diárias, trabalhos individuais e em grupo (dinâmicas, exposições de cartazes, exposição oral, debates, teatro), realização do simulado do SIMAVE no mês de Março em todas as turmas para avaliação diagnóstica interna da escola com base nos descritores de Língua Portuguesa e Matemática para após propor atividades de Intervenção Pedagógica, aplicação de atividades avaliativas  (testes e provas), , e relatos dos professores sobre os alunos no conselho de classe chegando a decisões a serem tomadas por todos.
           Na recuperação paralela o conteúdo é revisto de uma forma diferente, o professor dá uma atenção especial ao aluno ou grupo de alunos com dificuldades. Através do atendimento individual, são feitas dinâmicas para revisão de questões relacionadas ao conteúdo e aplicadas novas atividades avaliativas.
          Por a escola adotar a organização em série de acordo com a resolução nº 521, de 02/02/2004, na avaliação do aproveitamento para os alunos das séries finais do Ensino Fundamental será adotado o sistema de pontos, onde o aluno poderá conseguir, durante o ano letivo, 100 (cem) pontos que serão distribuídos por bimestre sendo 50% (cinqüenta por cento) para trabalhos, 40% (quarenta por cento) para avaliações, testes ou provas e 10% (dez por cento) para o processo de formação do aluno (Atitudes e Valores éticos, Compromisso e Assiduidade, Criatividade e Criticidade), da seguinte forma: 1º bimestre 20 (vinte) pontos, 2º bimestre 30 (trinta) pontos, 3º bimestre 20 (vinte) pontos e 4º bimestre 30 (trinta) pontos. Na distribuição dos pontos deverá ser observada a preponderância dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos, o registro do professor será feito no Diário da Classe com as informações necessárias e anotações de ocorrências e desempenho individual do aluno.
          O Conselho de Classe será realizado a cada bimestre e ao final do ano letivo. O conselho de classe tem o objetivo de analisar o desempenho da aprendizagem, o processo de formação dos alunos (Atitudes e Valores éticos, Compromisso e Assiduidade, Criatividade e Criticidade ), as estratégias de aprendizagem aplicadas pelos professores, com a participação de um pai de cada turma.
         A divulgação dos resultados da aprendizagem aos pais, será feita através do Boletim Pedagógico, em Reuniões de Pais bimestralmente, com a presença dos alunos, da especialista e todos os professores da turma.
       Ainda percebemos a característica de avaliação classificatória procurando detectar fracassos e sucessos.

1.__6. CLASSIFICAÇÃO E RECLASSIFICAÇÃO DO ALUNO

          A Classificação e a Reclassificação em qualquer série ou etapa, exceto a primeira do ensino fundamental, pode  ser feita: por promoção, para alunos que cursaram, com aproveitamento, a série ou fase anterior, na própria escola; por transferência para candidatos procedentes de outras escolas e mediante avaliação feita pela escola, que defina o grau de desenvolvimento e experiência do candidato.
          Classificar significa matricular o aluno na série adequada ao seu nível de competência, respeitada a correlação idade/série.
           A Reclassificação significa posicionar o aluno na série diferente daquela indicada em seu histórico escolar. Deverá constituir um recurso de adaptação do aluno na série, de acordo com a idade, experiência em nível de desempenho no sentido de reforçar a auto-estima positiva, o gosto pelos estudos e pela escola.
          A decisão de  reclassificar um aluno será decorrente de decisões do Conselho Escolar, presidido pela Diretora e terá participação de 01 (um) Especialista de Educação e de todos os Professores da série para na qual o aluno será  reclassificado, sendo avaliado em todas as principais disciplinas da série, tudo será arquivado na pasta individual do aluno na escola.

1.__7. AMBIENTE EDUCATIVO, UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS E MATERIAS DIDÁTICOS

          A escola é um espaço de ensino, aprendizagem e vivência de valores. Nela,  os indivíduos se socializam, brincam e experimentam a convivência com a diversidade humana. No ambiente educativo, o respeito, a alegria, a amizade e a solidariedade, a disciplina, o combate à discriminação e o exercício dos direitos e deveres são práticas que garantem a socialização e a convivência, desenvolvem e fortalecem a noção de cidadania e de igualdade entre todos.
          O espaço educativo da nossa escola dispõe de 10 (dez) salas, 01 (uma) sala usada para a secretaria, 01 (uma) sala usada para o laboratório de informática e 08 (oito) salas de aula, 01 (um) pátio coberto, 01 (uma) quadra esportiva e 01 (uma) biblioteca, que são utilizados para todas as atividades de classe e extra-classe no desenvolvimento dos projetos propostos pela escola.
          A biblioteca possui um acervo de livros de pesquisa, livros de literatura brasileira e infanto juvenil, romances, livros didáticos e outros livros de enriquecimento, dicionários de língua portuguesa e inglesa, revistas para o professor e  aluno, bonecos de fantoche, retro-projetor e tela de projeção, televisão com vídeo e aparelho de DVD, Atlas e diversos mapas e globos terrestres, torso humano, esqueleto humano e outros. O espaço da  biblioteca é também  utilizado como sala de reuniões, para o empréstimo de livros os alunos procuram os professores de redação e os professores quando propõem uma pesquisa levam livro para sala de aula e precisam tirar copias xérox para trabalhar em grupo e não está sendo possível atender à comunidade por não termos nenhum profissional disponível.
           Para assistir vídeos é utilizada uma sala de aula ociosa ou a própria sala de aula.
          A Quadra  é utilizada para as atividades de educação física, e eventualmente para as festividades da escola. Não pode ser utilizada em todos os horários porque não tem cobertura,  nem vestiários.
        O espaço do Pátio é utilizado como refeitório para os alunos do PROETI, na realização de trabalhos em grupo, em apresentações, em palestras e também para socialização de todos os educandos.

1.__8. NOVAS TECNOLOGIAS APLICADAS À EDUCAÇÃO

        O laboratório de informática possui 08 (oito) computadores ligados em rede no computador central na sala da direção, que possui mais um computador para uso administrativo, é utilizado pelos alunos, mediante agendamento e acompanhamento do professor, propondo o uso consciente e responsável dos computadores.


          A escola prepara os alunos para ter um visão crítica dos meios de comunicação, temos laboratório de informática, internet e recursos de multimídia, temos também  recursos    como TV, , aparelho de DVD, retro-projetor, Data show, aparelho de som e alguns materiais pedagógicos.

1.__9. DISCIPLINAS E FORMAÇÃO ÉTICA DOS ALUNOS

          A escola pratica a justiça, incentiva a responsabilidade pessoal, a tolerância, a liberdade de expressão e a generosidade. Propôs projetos e situações de reflexões, onde os alunos analisaram os valores humanos e montaram coletivamente o Código de Convivência dos Alunos, que contam no item I – Regras para uma boa convivência na escola; e no item II – Normas para uma boa conduta na escola, para garantir os princípios contidos no Estatuto da Criança e do adolescente, a disciplina, o respeito e a conduta ética dos alunos na escola.

CÓDIGO DE CONVIVÊNCIA DOS ALUNOS

I.                    REGRAS PARA UMA BOA CONVIVÊNCIA NA ESCOLA:

  1. Respeitar o próximo como ele é;
  2. O outro me aceitar do jeito que sou;
  3. Querer sempre o melhor para o outro;
  4. Respeitar e aceitar a escolha de vida de cada um;
  5. Respeitar sempre para ser respeitado;
  6. Amar a si mesmo para conseguir amar o próximo;
  7. Respeitar o tempo e o pensamento do próximo;
  8. Tratar o colega como gostaria de ser tratado;
  9. Não criticar os colegas em qualquer situação;
  10. Valorizar as qualidades dos colegas;
  11. Ter sempre atitudes não preconceituosas;
  12. Ter tolerância com os colegas;
  13. Buscar sempre a harmonia na sala de aula e na escola;
  14. Ajudar os colegas para melhorar suas atitudes;
  15. Ser sempre amigo, solidário para com os colegas;
  16.  Ser humilde e honesto com todos da escola;
  17. Ter compaixão quando alguém estiver precisando de sua ajuda;
  18. Saber a hora de ouvir e a hora de falar;
  19. Saber conviver em grupo, respeitando as diferenças e limitações das pessoas;
  20. Não julgar, para não ser julgado;
  21. Participar a justiça, sendo sempre justo com os outros.

II.                 NORMAS PARA UMA BOA CONDUTA DA ESCOLA:

  1. Entrar na escola no horário certo do início das aulas com tolerância de 10 (dez) minutos;
  2. Permitir a entrada do aluno na sala de aula, após a entrada do professor, somente com uma justificativa considerável;
  3. Permanecer na sala de aula durante a troca de horários dos professores;
  4. Procurar ir ao banheiro antes do início da aula e durante o recreio, e só terá licença em caso de necessidade;
  5. Encher a garrafinha de água na sua chegada na escola, no início da aula e no recreio;
  6. Evitar conversas paralelas para que haja um bom desenvolvimento da turma;
  7. Não circular nos pátios e corredores no horário das aulas;
  8. Respeitar colegas, professores e funcionários, evitando apelidos, vaias, cortadas e brincadeiras desagradáveis e agressivas;
  9. Usar o uniforme com a calça, bermuda ou saia comprida e comportar-se adequadamente;
  10. Conservar a limpeza dos corredores, pátios, banheiros, salas de aula, bibliotecas e demais dependências, sempre jogando o lixo nas lixeiras;
  11. Zelar pelo patrimônio da escola, não escrevendo em mesas, cadeiras e paredes;
  12. Quando permanecer em sala de aula nos momentos do recreio, da aula de Educação Física  ou por outro motivo, ser responsável pelos objetos dos colegas, zelando dos mesmos;
  13. Não sair da escola durante o horário das aulas, a não ser com autorização do responsável;
  14. Não deixar de fazer avaliações e atividades de classe e extra- classe sem justificativa;
  15. Não fazer uso de drogas lícitas e ilícitas dentro da escola;
  16. Não andar de bicicleta dentro da escola;
  17. Evitar brincadeira de correria durante o recreio;
  18. Não é permitido namorar dentro da escola;
  19. Não esquecer o material escolar do dia em casa;
  20. Pegar quantidades certas de merendas para evitar desperdícios;
  21. Manter a postura de bom estudante dentro e fora da escola;
  22. Respeitar as regras e normas do Código de Convivência da Escola. O não cumprimento do aluno, acarretará em ocorrência, na escola, notificação aos pais e/ou responsável e posteriormente notificação do Conselho Tutelar.
          Nos Conselhos de Classe há a participação dos pais, sentimos nossos alunos imaturos para participarem da reunião. Na reunião de pais proporcionamos a participação dos alunos, pais, professores, especialistas e do diretor. Percebemos a mesma imaturidade dos alunos para fundarmos um Grêmio Estudantil na Escola.


2.    A ESCOLA E SEUS PROFISSIONAIS

2.__1. VISÃO DO PAPEL DO PROFESSOR

          A escola é vista como uma organização social que possibilita contatos interpessoais. No entanto, as relações humanas ali estabelecidas são variadas e influenciadas por valores, experiências e aspirações individuais.
          Desta forma, pensar em Educação, atualmente, exige o repensar da atuação dos professores como mediadores do conhecimento, que não deve preocupar-se somente com a aprendizagem do aluno, mas também, conhecê-lo e tomá-lo como ser em formação, que possui manifestações  afetivo – sociais que é um sujeito ativo no processo pedagógico.
          É fundamental que a relação professor e aluno possibilitem o desenvolvimento de ações que favoreçam o dinamismo do processo ensino – aprendizagem. Assim, essa relação deverá se caracterizar por uma troca efetiva de experiências na construção do conhecimento, buscando extrapolar o modelo tradicional centrado na figura do professor transmissor do conhecimento, que percebe o aluno como ser passivo. Isso significa romper as barreiras do autoritarismo, da passividade e da verticalidade, buscando desenvolver ações que privilegiem o diálogo e a interação, no sentido da construção coletiva do saber considerando a realidade social do aluno.
          Com o objetivo de garantir relações democráticas entre professor e aluno, o código de Convivência dos Alunos foi criado e regulamentado para servir como referência ao mesmo tempo, que servirá de incentivo para o desenvolvimento da confiança e do respeito mútuo.
          O critério que a escola adota para a distribuição das turmas é o maior tempo de serviço do servidor na função e na escola, no Estado.
          A Proposta Curricular contém a seleção programática dos conteúdos, é elaborado pelos professores de cada disciplina, por série, contemplando habilidades, contemporâneas e metodologias, relacionando a cada conteúdo programático, com base nos CBCs e nos Livros Didáticos adotados, sendo flexíveis e norteadores do trabalho docente.
          Os professores desenvolvem um trabalho de equipe com cooperação e companheirismo.

2._2 PERFIL DOS PROFISSIONAIS

          PERFIL DO DIRETOR: Desenvolver uma gestão de escola democrática, compartilhar decisões e informações, ter preocupação com a qualidade da educação e com a ralação custo – beneficio, a transparência (capacidade de deixar claro para a comunidade como são usados os recursos da escola, inclusive os financeiros). Descentralizar o poder, incentivando a participação e respeitando as pessoas e suas opiniões, desenvolver um clima de confiança entre vários segmentos da comunidade escolar.

          PERFIL DOS DEMAIS FUNCIONÁRIOS: Desenvolver um trabalho com competência, responsabilidade, compromisso, organização, participação, ética e disciplina na função que ocupam, sendo todos educadores e colaboradores na formação ética dos alunos, zelando pela boa conduta dos mesmos.

2._3. PROCESSO DE ESCOLHA DOS GESTORES

          O processo de indicação do diretor e vice-diretor,  deve acontecer por meio de voto de todos os segmentos que compõem a comunidade escolar, sempre conduzido dentro do espírito democrático e da ética, de forma respeitosa e transparente, servindo também como uma lição de cidadania para os alunos.

2._4. CAPACITAÇÃO CONTINUADA

            A busca isolada pela atualização é difícil. Por isso a escola é o melhor local para desenvolver a formação continuada. Baseados na teoria de Antônio Nóvoa, reconhecendo que o aprender contínuo é essencial e se concentra em dois pilares: a própria pessoa, como agente, e a escola, como lugar de crescimento profissional permanente.
          Então a escola estará desenvolvendo práticas que viabilizem a capacitação de seus profissionais, tais como: seminários, grupos de estudos, reuniões pedagógicas, oficinas pedagógicas, dentre outras; pois cada um de nós constrói seu reconhecimento à medida que trabalha.
          A criação de espaços de formação docente em serviços, para estudos, leituras, pesquisa, reflexões, discussões coletivas, análise crítica das práticas realizadas são assuntos das reuniões semanais de 02 (duas) horas para estudos e trocas  de experiências entre os  profissionais.





2._5. AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS PROFISSIONAIS

          O profissional deve ser avaliado em todas as dimensões que, direta ou indiretamente, interferem em sua conduta e desempenho profissional. Assim, devem ser consideradas não apenas a competência técnica e acadêmica, mas também a capacidade de trabalhar de forma coletiva, facilidade de relacionamento interpessoal, criatividade, espírito inovador, liderança, solidariedade, respeito aos pares, aos alunos e aos pais, cordialidade, entre tantas outras.
          Através da ADI (Avaliação de Desempenho Individual) são avaliados todos os servidores estáveis ocupantes de cargo de provimento efetivo, funcionários efetivados e funcionários designados. É um processo contínuo de avaliação do desempenho que permite: avaliar o desempenho profissional; aprimorar as habilidades pessoais e profissionais; refletir sobre pontos fortes e fracos; conhecer o potencial de cada servidor; e o desenvolver-se na carreira. O período de avaliação fica a critério da Superintendência Regional de Ensino (Janaúba),corresponde ao tempo compreendido entre a publicação do termo Inicial de Avaliação e a Conclusão dos registros do desempenho de cada servidor, no Termo Final de Avaliação, pela Comissão de avaliação.
          Através da AED (Avaliação Especial de Desempenho) são avaliados todos os servidores durante o período do estágio probatório (servidor efetivo). É um processo contínuo de avaliação que permite: conhecer o potencial do servidor; valorizar e conhecer um servidor que faz um trabalho bem feito: possibilitar a cooperação entre servidores e chefias; identificar os servidores que não adaptados em determinada área; mas que pode melhorar o seu desempenho em outra área; identificar necessidades de capacitação; aprimorar suas habilidades pessoais e profissionais; contribuir para o crescimento profissional e para o desenvolvimento de novas habilidades; aferir a aptidão do servidor para o desempenho de suas funções; conferir estabilidade ao servidor considerando inapto ou infrequente. O período avaliatório  para o servidor em estagio probatório na Secretaria de Estado da Educação é constituído de três etapas, é o tempo compreendido entre o primeiro e o trigésimo mês de efetivo exercício: a primeira, a contar do primeiro ao décimo mês efetivo exercício; a Segunda, a contar do décimo primeiro ao vigésimo mês efetivo exercício; e a terceira, a contar do vigésimo primeiro ao trigésimo mês efetivo exercício, pela Comissão de avaliação.
          Através da ADI/Cargo Comissionado, são avaliados os servidores públicos estáveis ocupantes de cargo de provimento efetivo e dos detentores de função publica, que estejam exercendo cargo de provimento de comissão ou função gratificada, no âmbito da administração publica direta, autárquica e fundacional do Poder executivo do Estado de Minas Gerais. A Avaliação de desempenho Individual objetiva: valorizar e reconhecer o desempenho eficiente do servidor; aferir o desempenho do servidor no exercício do cargo ocupado ou a função exercida; identificar necessidades de capacitação do servidor; fornecer subsídios à gestão da política de recursos humanos; aprimorar o desempenho do servidor e do Sistema Estadual de Educação; possibilitar o estreitamento das relações interpessoais e a cooperação dos servidores entre si e com sua chefia; promover a adequação funcional do servidor; contribuir para o crescimento profissional do servidor e para o desenvolvimento de novas habilidades; contribuir para a implementação do princípio da eficiência na administração Pública do Poder Executivo Estadual, na melhoria da prestação o serviço público e, em especial, da qualidade da educação escolar.
          A Avaliação de Desempenho dos Designados, será feita pela escola e referendada pelo Colegiado Escolar com base nos critérios e descritores da AED (Avaliação Especial de Desempenho), para servidores designados pelo período de um ano, iniciando no ato da designação, e concluindo ao termino da designação, podendo ser considerado inapto ou infrequente.

2._6. CÓDIGO DE CONVIVÊNCIA DOS PROFISSIONAIS

          A escola valoriza o dialogo, as relações solidárias, a cooperação e o trabalho de seus profissionais. A conduta dos profissionais da escola está pautada no Código de Ética do Servidor Público e da Alta Administração Estadual, no Decreto 43885, de 04/10/2004 que propõe o artigo 1º A conduta do servidor público reger – se – á, especialmente, pelos seguintes princípios: boa fé;
 honestidade; fidelidade ao interesse  público; impessoalidade; dignidade e decoro no exercício de suas funções; lealdade à instituição; cortesia; transparência; eficiência; presteza e tempestividade; respeito à hierarquia administrativa; assiduidade e pontualidade.
Deveres  do servidor publico: agir com lealdade e boa fé; ser justo e honesto no desempenho de suas funções e em relações com demais servidores, superiores hierárquicos e com os usuários do serviço; Atender prontamente às questões que lhe forem encaminhadas; ser ágil na prestação de contas de suas atividades; aperfeiçoar o processo de comunicação e contato com o publico; praticar a cortesia e a urbanidade nas relações do serviço público e respeitar a capacidade e as limitações individuais dos usuários do serviço público, sem qualquer espécie de preconceito ou distinção de raça, sexo, nacionalidade, cor, idade, religião, preferência política, posição social e quaisquer outras formas de discriminação; respeitar a hierarquia administrativa e representar contra atos ilegais ou imorais; resistir às pressões de superiores hierárquicos, de contratantes, interessados e outros que visem a obter quaisquer favores, benesses ou vantagens indevidas, em decorrência de ações ilegais ou imorais, denunciando sua pratica;  observar,  no exercício do direito de greve, o atendimento das necessidades inadiáveis em defesa da vida, segurança publica e dos demais serviços essenciais, nos termos do 1º do Art. 9º da Constituição Federal; ser assíduo e freqüente ao serviço; comunicar imediatamente a seus superiores todo e qualquer ato ou fato contrario ao interesse publico, exigindo as providencias cabíveis; manter limpo e em perfeita ordem o local de trabalho; participar dos movimentos e estudos que se relacionem com a melhoria do exercício de suas funções, tendo por escopo a realização do bem comum; apresentar – se ao trabalho com vestimentas adequadas ao exercício da função; manter – se atualizando com as instruções, as normas de serviço e as legislações pertinentes ao órgão onde exerce suas funções; facilitar as atividades de fiscalização pelos órgãos de controle; exercer a função, o poder ou autoridade de acordo com as exigências da administração publica,   vedado o exercício contrario ao interesse público;  observar os princípios e valores da ética pública e  divulgar e informar a todos os integrantes de sua classe sobre a existência deste código de Conduta Ética, estimulando o seu integral cumprimento.

POSTURAS A SEREM ADOTADAS POR TODOS OS PROFESSORES COM RELAÇÃO AOS ALUNOS E  ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA:

1.      O aluno só poderá ausentar-se da sala de aula com permissão do professor e somente um de cada vez.
2.      Não permitir que os alunos, fiquem no pátio, durante o horário das aulas, chamando-os para entrar para a sala de aula e quanto ao não cumprimento do aluno encaminhar ao serviço pedagógico.
3.      Não permitir: uso de celulares, fone de ouvido, cadernos de mensagens, mine game e revistas cujo o conteúdo seja impróprio ao ambiente escolar.
4.      Não permitir o aluno merendar em sala de aula.
5.      É proibido ao aluno trazer e comer guloseimas dentro da escola.
6.      Todos os professores deverão corrigir os erros de português e trabalhar com leitura e escrita.
7.      Exigir do aluno que tenha cuidado com o seu material escolar para evitar sumiço dos mesmos.
8.      Orientar o aluno a ter zelo pelo Livro Didático do seu conteúdo ( colocando o nome , a turma , o ano e cobrando a capa).
9.       Não permitir o uso de corretivos líquidos brancos, nem o uso de estiletes na escola.
10.  O professor deverá avisar ao serviço pedagógico e a secretaria sobre o aluno que faltar por 5 dias consecutivos ou não.
11.  Não permitir dar avisos na sala de aula, sem a prévia autorização da Direção, tanto estranhos como alunos da escola.
12.  O professor poderá solicitar o serviço pedagógico em caso de desentendimento de alunos nos horários de aula.
13.  O professor deverá atender aos sinais de entrada, recreio e saída.
14.  O professor deverá estar atento ao horário de troca entre professores, pois não será usado o sinal.
15.  O professor deverá encaminhar ao serviço pedagógico alunos com roupas descompostas.
16.  O professor deverá conservar a organização e limpeza da sala de aula.
17.  O professor deverá informar o serviço pedagógico das situações dos alunos com problemas disciplinares e/ou dificuldades de aprendizagem, no momento em que surgirem, para que sejam tomadas as providências cabíveis.
18.  O professor deverá planejar e agendar com antecedência o uso do laboratório de informática, e a sala de vídeo, zelando pelo bom uso dos equipamentos.
19.  O professor deverá selecionar com antecedência, o material para pesquisa na biblioteca, agendando se possível com os professores em ajustamento funcional e/ou levando o material da pesquisa para a sala de aula (providenciando mais cópias se necessário para trabalho em grupo).
20.  O professor deverá planejar com o serviço pedagógico, quinzenalmente, apresentando o planejamento das aulas e as avaliações da aprendizagem.
21.  O professor deverá participar das reuniões semanais de módulo II.
22.  Os professores deverão entregar o material em dia (resultados das avaliações, conceitos, fichas, etc.)


3.  A ESCOLA E SUA RELAÇÃO COM A FAMÍLIA E A COMUNIDADE

3. 1. FORMAS DE RELACIONAMENTO COM OS PAIS E A COMUNIDADE

          A relação entre escola/comunidade deverá ser voltada para a construção de vínculos comunitários mais fortes. Para tal, se constituirá em espaço de formação para os atores nela inseridos, principalmente os pais e os educadores. Assim,  programarão no seu calendário momentos dedicados a encontros, cursos, oficinas, trocas de experiências, acesso às informações de maneira a garantir a participação da família no desenvolvimento do Projeto Pedagógico.
          Visando a construção desta integração devem ser estimulados espaços para discussões das ações educacionais, estratégias de acompanhamento do desenvolvimento dos alunos. Também o colegiado deverá ampliar o seu papel na definição dos rumos administrativos e pedagógicos da escola.
          A participação da comunidade é considerável, na medida do possível a escola tem procurando a participação da comunidade através de reuniões de pais, assembléias e eventos culturais, e durante esses eventos e reuniões são apresentadas as  propostas, que na sua maioria são aceitas pela comunidade sem grandes questionamentos. Nas reuniões de pais há uma pequena parte considerada assídua, geralmente os pais dos alunos que mais precisam não comparecem, e a escola procura convocar este pai ou responsáveis, individualmente para uma conversa, e outras vezes encontramos nos eventos promovidos pela comunidade e procuramos conscientizá-los da importância de sua participação e do seu papel no processo educacional.

3. 2. FORMAS DE REPRESENTAR ATIVIDADES DA COMUNIDADE
 
          A atuação do Colegiado é bastante efetiva no setor financeiro como na liberação de recursos e aprovação de prestação de contas. O nosso desejo  é que o mesmo se torne parceiro, atuante também no que diz respeito às questões  pedagógicas.        
       O Colegiado Escolar é composto por 09 (nove) membros: 02 (dois) representantes de pais, 02 (dois) representantes de professores, 02 (dois) representantes do quadro da escola, 02 (dois) representantes de alunos e  também pela diretora da escola que o  preside.
          O Conselho de Classe reúne todos os professores das diversas áreas e o especialista, bimestralmente e sempre que se fizer necessário, buscando pensar e avaliar a nossa prática pedagógica e estudar individualmente a vida e o desenvolvimento de nossos alunos. É nesta instância que são discutidos os problemas das ações educativas, buscando coletivamente sugestões e propostas de ação, qual o próximo passo a dar, que projeto trabalhar. Contamos também com a participação nas reuniões do conselho de classe de um pai ou responsável de cada turma.
          O Conselho de Classe deverá dar atenção para: a postura do professor frente ao processo ensino – aprendizagem; a coerência entre a prática pedagógica e a proposta da escola; a aproximação e melhor relacionamento entre professores e a escola; a verificação da coerência entre critérios de avaliação adotados pelos diferentes professores, a verificação quanto à avaliação do trabalho do professor na visão do aluno; ao levantamento de necessidades dos alunos, para encaminhamentos à recuperação paralela e atendimento especial do professor na recuperação contínua; ao levantamento de alunos infrequentes e com rendimento escolar insatisfatório, que necessitam de atendimento da escola.   
          A reunião com  pais acontece sempre que se faz necessária, com todos os professores das diversas áreas, diretor, especialista, alunos e pais, onde buscamos solucionar as dificuldades enfrentadas com determinada turma; divulgamos todas as informações necessárias aos pais.

3. 3. FORMAS DE UTILIZAÇAO DAS DEPENDÊNCIAS DA ESCOLA PELA COMUNIDADE E SERVIÇOS QUE LHE SÃO OFERECIDOS

          O  espaço de participação que a escola oferece à comunidade são:
·        A utilização das dependências como salas de aula, pátios e outros  para cursos, palestras encontros religiosos, e alojamento de alunos e professores de outras cidades em eventos;
·        Utilização da Quadra pelos alunos da escola, fora do horário das aulas para treinamentos esportivos.

3. 4. A ESCOLA E SUA RELAÇÃO COM O CONSELHO TUTELAR
            A efetividade do Diretor à educação da criança e do adolescente depende da consciência e da ação dos pais ou responsável. Depende, também, da atuação da Escola, encarregada pelo processo educativo em todos os seus aspectos. O exercício do Diretor à Educação da criança e do adolescente também não pode dispensar a organização e o funcionamento do Conselho Tutelar, alteração estrutural introduzida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, principal fenômeno de ruptura com o sistema de atendimento ate então vigente no Brasil.
           A escola conhece e mantém estreito relacionamento com o conselho tutelar da região, trabalha de forma cooperativa, busca auxílio no conselho em caso de necessidade, mantém formas de comunicação e sobre tudo   socializa e propicia transparência de suas ações.
          Como desdobramento das disposições contidas no artigo 53 e 54 do Estatuto da Criança e do Adolescente, a obrigação dos pais vai além do dever da matrícula. Expressamente, são eles os responsáveis, junto com os dirigentes da escola, pelo zelo da freqüência (parágrafo 3º do artigo 54 do estatuto da Criança e do Adolescente). Entretanto, pela interpretação sistemática das medidas quando determinada criança ou adolescente apresentar qualquer dificuldade relacionada à Escola que a coloque na condição de aproveitamento insuficiente. São os pais, em conseqüência, na visão do legislador, os primeiros e últimos responsáveis pelo aproveitamento escolar dos filhos.
          A escola deve fazer cumprir qualquer  medida sócio – educativa determinada pelo Conselho Tutelar para qualquer aluno matriculado na escola.

4. INFRA – ESTRUTURA, EQUIPAMENTOS, RECURSOS E MATERIAIS DIDÁTICOS E DE SUPORTE

4. 1. MERENDA ESCOLAR

          Alimentação é a  base da vida e dela depende s saúde do homem.
          Uma dieta saudável pode ser resumida por três palavras: variedade, moderação e equilíbrio.
          A escola fornece a merenda, com cardápio variado, quantidade e qualidade  suficientes e adequadas às necessidades dos alunos.
          No planejamento do Cardápio, é levado  em considerações a merenda atrativa e nutritiva e a opinião dos alunos.
          As cantineiras são sempre orientadas para desenvolverem o trabalho com atenção à: higiene, segurança alimentar e implantando as Boas Práticas quanto: a qualidade da água, ao controle de pragas, aos cuidados com o lixo, a higienização, ao recebimento de matérias primas, ao armazenamento na medida do possível dos materiais para a merenda, à manipulação, à preparação, ao cozimento e o resfriamento de alimentos.

4. 2. REDE FÍSICA, MOBILIÁRIO E EQUIPAMENTOS

          A rede física da escola apresenta espaços educativos organizados, limpos, arejados, agradáveis, cuidados, com plantas e árvores, móveis, equipamentos e materiais didáticos adequados à realidade da escola, com recursos que permitem a prestação de serviços aos alunos, alem de boas condições de trabalho aos professores, diretor e funcionários em geral.
          O prédio onde funciona a E. E. Professor José Américo Barbosa possui oito salas de aula  bem arejadas e iluminadas, uma diretoria, uma secretaria, uma sala para os professores, um laboratório de informática, uma sala para especialistas de educação, uma cantina, um banheiro para uso dos servidores, uma biblioteca, dois banheiros para uso dos alunos um masculino e outro feminino,  um pátio coberto e quadra esportiva sem cobertura.
         Pode se dizer que os móveis e equipamentos da escola  se encontram em boas condições como consta no Inventário de bens Imóveis da escola.
        
4. 3. CAIXA ESCOLAR

         A Caixa da Escola Estadual Professor José Américo Barbosa denominada Caixa Escolar Ambrósio Mendes da Silveira é uma associação civil com personalidade jurídica própria, para fins não econômicos, constituída por tempo indeterminado com o objetivo de gerenciar recursos financeiros necessários à realização do processo educativo escolar, inscrita no CNPJ sob o nº 19 800317/0001-30, registrada no Cartório de Títulos e Documentos de Pessoa Jurídica de Monte Azul, regida pelo Decreto Estadual 45.085/2009 e Resolução SEE/MG 1.346/2009.
          A caixa escolar é formada pela Diretoria (presidente, tesoureiro, secretário) e Conselho fiscal (um representante de profissionais da educação, um representante de pais ou responsáveis de alunos e um representante da comunidade).
         A Caixa Escolar Ambrósio Mendes da Silveira tem por finalidade:  gerenciar os recursos financeiros destinados às ações do processo educativo, assegurando que todos eles sejam revertidos em benefício do aluno; promover, em caráter complementar e subsidiário, a melhoria qualitativa do ensino; colaborar na execução de uma política de concepção da Escola, essencialmente democrática, como agente de mudanças, que busca melhoria contínua em todas as dimensões e contribuir para o funcionamento eficiente e criativo da Escola Estadual Professor José Américo Barbosa por meio de ações que garantam sua autonomia pedagógica, administrativa e financeira.
         A Caixa Escolar realizará, dentre outras, as seguintes ações: gerenciar recursos próprios e transferidos pela União, Estados e Municípios no cumprimento dos objetivos pedagógicos da escola; adquirir bens de consumo e permanente, obedecendo as dotações orçamentárias, quando se tratar de recurso público, para os fins necessários às ações pedagógicas e de administrativas; apoiar ações solidárias dos alunos, do Colegiado, Conselhos, Associações Pais e Mestres, Grêmios Estudantis e outros; participar de programas e serviços de Educação, Cultura, Saúde e Meio Ambiente, desenvolvidos pela Comunidade; garantir, em suas aquisições e contratações, a realização de processo de escolha de proposta mais vantajosa para a utilização dos recursos públicos recebidos
 e garantir ampla e plena participação do Colegiado Escolar nas atividades e ações da Caixa Escolar.
         



5. AVALIAÇÃO EXTERNA E AUTO – AVALIAÇÃO DA ESCOLA

          O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) são responsável pela Prova Brasil.
          A Prova Brasil foi idealizada para produzir informações sobre o ensino oferecido por município e escola, individualmente, com o objetivo de auxiliar os governantes nas decisões e no direcionamento de recursos técnicos e financeiros, assim como a comunidade escolar no estabelecimento de metas e implantação de ações e administrativas, visando a melhoria da qualidade do ensino. 
          O Sistema Mineiro de Avaliação da Educação Publica – SIMAVE/Programa Avaliação da Rede Pública de Educação Básica – PROEB, criado por resolução da Secretaria de Estado de Educação em 2000, tem por objetivo produzir sistematicamente informações sobre o desempenho dos alunos e colocá-los à disposição das escolas. Os testes são aplicados a todos os alunos da 8ª série do Ensino Fundamental.
          Os resultados do SIMAVE/PROEB, são  referencias importantes para que a escola conheça a qualidade do ensino que oferece e identifique onde e como pode melhorar.
          A escola vem analisando os seus resultados nos Boletins Pedagógicos de Avaliação da Educação, enviados pela SEE (Secretaria Estadual de Educação), observando a média obtida pela escola na escala de proficiência e propondo no Plano de Intervenção Pedagógica desde  julho de 2007, projetos para atender a melhorar as deficiências detectadas.
          A escola realiza uma auto – avaliação anualmente, para fazer o acompanhamento da escola, em sintonia com o projeto pedagógico, dos aspectos: administrativos, disciplinares e pedagógicos.
        O PIP (Programa de Intervenção Pedagógica) tem por objetivo direcionar as intervenções pedagógicas necessárias para melhorar a qualidade do ensino proporcionado pela escola; observando, analisando, avaliando todas as situações de ensino-aprendizagem focando principalmente nas dificuldades encontradas pelos alunos.

6. PROJETOS DESENVOLVIDOS NA ESCOLA

          A escola desenvolveu o PROJETO ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL – LIFE ( Laboratório de Informação para o Futuro da Escola), autorizado pela SRE de Janaúba em 15 de abril de 2008, o funcionamento de duas turmas, sendo 02(duas)  no matutino atendendo alunos do 6º e 7º ano e 02 (duas) no vespertino atendendo alunos do 8º e 9º ano, funcionando até o término do ano letivo, com o objetivo de levar a qualidade do ensino do aluno, reduzir a possibilidade de reprovação e promover o adiantamento do aluno com defasagem de aprendizagem, atender as necessidades educacionais dos alunos por  meio da extensão do tempo de permanência na escola e a vivência de experiências pedagógicas com atividades de linguagens e matemática, atividades artísticas, esportivas e motoras e formação pessoal e social. Este projeto constitui uma estratégia encontrada pela escola para assegurar mais atenção aos que dela mais necessitam, ou seja, os alunos que apresentam sérias dificuldades em leitura, escrita, interpretação e raciocínio lógico matemático.         
O Projeto Escola de Tempo Integral vem com uma proposta arrojada, baseada em uma matriz voltada para o enriquecimento curricular do aluno, com foco na melhoria significativa  da sua aprendizagem. Os alunos desenvolvem atividades de linguagem e matemática, artísticas e esportivas-motoras, além de formação social, todas elas voltadas para o aprendizado.
Espera-se que o Projeto Escola Tempo Integral _ PROETI, crie oportunidades reais para que o aluno possa desenvolver-se como pessoa e cidadão; para que a escola efetivamente garanta ao aluno melhor aprendizagem; e que ele possa progredir nos estudos, superando obstáculos e enfrentando desafios. O PROETI tem como objetivo melhorar a aprendizagem dos alunos do ensino fundamental que demandam maior atenção do Sistema educacional, ampliando a sua permanência diária na escola.

Considerações Finais

A formação de novas gerações, num mundo em constante transformação, exige uma escola dinâmica, desafiadora, crítica e criativa, capaz de promover um ensino de qualidade, integrador e consistente.
Este documento tende a redimensionar a prática pedagógica da escola. Deve ser reavaliado a cada 06 (seis) meses ou período  por toda a equipe pedagógica da  escola a fim de verificar a sua ação. Avaliar os pontos positivos e negativos, fazer as modificações necessárias redimensionando as propostas em prol do pleno desenvolvimento das práticas educativas.
É importante que a escola se comprometa com formas eficazes e democráticas de organizar o trabalho escolar, de ensinar, de avaliar, de compreender novas concepções de aprendizagem e suas implicações para a educação.
Finalmente é essencial  que se pense a educação também como prática social, capaz de contribuir, dentro de seus limites, para a transformação da sociedade de que faz parte. 

Um comentário:

  1. Parabenizo a equipe gestora e a escola em geral pelo sucesso e empenho demonstrados através das várias premiações recebidas as quais venho sempre acompanhando através do site SEE-MG e outras fontes de informações. É uma honra para mim, saber que a escola na qual já fui diretor, esta sendo bem conduzida por minhas ex-alunas.
    Na oportunidade Sugiro que vocês acessem o mesmo site da SEE-MG, linke crv do professor e vejam em noticías o blog e o jornal da Escola Estadual Professora Marilda de Oliveira, onde estou na direção.
    Votos de constante progresso!
    Com saudades meu fraternal abraço.
    Enésio dos Santos Veiga

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